segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Vai Comprar um Imóvel? Saiba como ver o saldo do FGTS

Vai comprar um imóvel? Saiba como ver o saldo do FGTS online

No mesmo ambiente da web é possível checar se o empregador está fazendo os depósitos regularmente, além de atualizar o endereço para envio do extrato em papel.


São Paulo - Se você está planejando usar o dinheiro do seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel, há uma forma simples de verificar quanto você tem no fundo. A consulta ao saldo, aos depósitos feitos pelo empregador e até a atualização de endereço para receber os extratos do FGTS em casa pode ser feita online e gratuitamente no site da Caixa.

Bastra entrar no site do banco, opção Você>Serviços Sociais>FGTS. Ao clicar em "Extrato do FTGS",aparecerá uma tela em que você deverá informar o número do PIS/PASEP que consta na sua carteira de trabalho e uma senha, que pode ser cadastrada rapidamente na hora. Depois, basta informar o código de confirmação. Você verá então uma tela com todas as informações referentes ao seu fundo de garantia.
Você poderá então visualizar seu extrato, para verificar o saldo contido no fundo e também os depósitos do empregador. Dessa forma, é possível, por exemplo, verificar se o empregador não está faltando com os pagamentos, o que costuma ser motivo de inúmeras ações trabalhistas. Você também pode optar por receber o extrato do seu FGTS regularmente por e-mail ou ainda atualizar seu endereço para recebê-lo em casa.
O ambiente do site da Caixa onde se pode ver as informações sobre o FGTS é o mesmo onde o trabalhador pode verificar informações acerca de um eventual seguro-desemprego que deva receber. Qualquer trabalhador com carteira assinada pode ter acesso a esse ambiente online, mesmo que não seja cliente Caixa. Basta cadastrar a senha.
Recentemente, o valor do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS foi elevadopara 650 mil reais, sendo 750 mil reais para os estados de São Paulo e Minas Gerais, do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Outras regras também devem ser cumpridas, como ter no mínimo três anos sob o regime do FGTS e não possuir imóvel próprio na cidade onde reside ou trabalha. Veja os casos em que o FGTS paga seu imóvel.
Fonte: , de 

sábado, 10 de agosto de 2013

Microempreendedor pode financiar casa própria como pessoa física?

Microeempreendedor pode financiar com pessoa 

física?

O movimento de alta nas taxas de juro básicas da economia ainda não chegou ao financiamento imobiliário. As taxas praticadas nesta modalidade de crédito continuam ao redor de 8% (em alguns casos até um pouco abaixo) para os financiamentos da carteira do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) que financia imóveis até R$ 500 mil.
Isso ocorre porque a concorrência neste tipo de crédito está muito alta. Apreensivos com a deterioração das condições econômicas internas, os bancos preferem reduzir sua exposição ao risco de empréstimos sem garantia e, por isso, estão direcionando seus recursos às carteiras imobiliárias.

Além do imóvel como garantia, nesses financiamentos, a entrada gira em torno de 40% e nunca fica abaixo de 20%, ou seja, um risco menor de inadimplência. Por fim, trata-se de uma carteira em que o banco estabelece um relacionamento de longo prazo com o cliente, pois o financiamento pode chegar a 30 anos.

Mas financiar imóveis para micro e pequenas empresas ainda não está no radar dos bancos. Segundo fontes que acompanham esse mercado, emprestar para a pessoa física tem um risco menor do que para pessoa jurídica.

Mas se você é micro e pequeno empresário pode financiar sua casa própria como pessoa física. A diferença em relação aos assalariados é que seu comprovante de renda será a Declaração do Imposto de Renda ou a declaração do contador informando seu Pró-Labore (veja vídeo).
Mas, antes de entrar num financiamento de tão longo prazo é fundamental você avaliar como anda a saúde financeira de seu empreendimento. Isso porque será com esses recursos que você vai contar para pagar as prestações de seu financiamento imobiliário.


Mara Luquet

Jornal o Globo Julho/2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Mercado imobiliário: Metro quadrado tem alta 6,1%

Mercado imobiliário: Metro quadrado tem alta
Nos primeiros seis meses do ano preço médio do metro quadrado registra alta de 6,1%
Já afirmamos isso neste espaço, mas nunca é demais: definitivamente, a crise passou para o mercado imobiliário. Informamos também que a construção voltou ao ritmo de 2011, que os estoques vêm tendo bom escoamento, que os lançamentos têm boa receptividade e, claro, que os preços não estão mais tão altos.
Mas, mesmo com pequenas altas, o setor não se deixa abalar e nem por isso corre o risco de uma bolha. Em recente levantamento, elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis, verificou-se que o preço do metro quadrado em 16 cidades teve uma alta média de 6,1% nos primeiros seis meses deste ano. Mas ficou abaixo da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi de 3,15% no acumulado do ano. Nos últimos 12 meses, a alta do metro quadrado foi de 11,6%.

Apesar da alta, os preços, que tiveram queda entre os últimos meses de 2012 e os primeiros deste ano, não estão exorbitantes. Dentre as cidades pesquisadas, Curitiba e Rio de Janeiro foram as que apresentaram maiores índices, 14,3% e 7,7%, respectivamente.
Em valores, a média nacional do metro quadrado é de R$ 6.824, em junho. Nesse sentido, o Rio de Janeiro tem o metro quadrado mais caro, R$ 9.285, com Brasília em segundo lugar, R$ 8.381. São Paulo fica em terceiro lugar, R$ 7.268. A alta na Capital, em seis meses, foi de 5,9% e de 13,9% no ano.

sábado, 27 de julho de 2013

Aluguel em SP sobe mais para imóveis de 1 quarto, diz Secovi

Aluguel em SP sobe mais para imóveis de 1 quarto, diz Secovi

Alta foi de 1,6% em junho na comparação com maio.
Em 12 meses, aluguel residencial em SP acumulou alta de 8,4%.

Do G1, em São Paulo
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Os preços dos aluguéis na cidade de São Paulo subiram mais para os imóveis de um dormitório em maio, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Secovi-SP. A alta, para esse tipo de imóvel, ficou em média em 1,6% na comparação com maio. Já a média de alta dos aluguéis residenciais ficou em 1,2%.
Para os imóveis de dois dormitórios, o aluguel registrou alta de 1% em junho ante maio, enquanto a alta dos de três quartos ficou em 0,8%.
Nos últimos 12 meses, o aluguel residencial na cidade de São Paulo acumulou alta de 8,4%, acima da inflação calculada pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) no período, de 6,31%.
“Os preços já estão se estabilizando. Há um ano, a discrepância era muito maior. Enquanto a inflação acumulada em 12 meses atingia 5,1%, o aluguel residencial subia 13,2%”, afirmou, em nota, Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Mercado imobiliário segue forte expansão até 2015, afirma especialista

Mercado imobiliário segue forte expansão até 2015, afirma especialista


O mercado imobiliário brasileiro começa a ganhar destaque internacional. Os investidores estão focados no Brasil e avaliam as possibilidades graças ao bom desempenho observado desde 2007.

Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora e Construtora, explica que a queda nas taxas de juros e consequente redução darentabilidade das aplicações financeiras, certamente farão aumentar a busca por imóveis residenciais e comerciais como alternativa para obtenção de maior rentabilidade. “Além da atratividade da renda, acredito em uma forte apreciação dos ativos imobiliários uma vez que o mercado continuará em expansão ao longo dos próximos três anos”.

Frankel destaca que o mercado imobiliário, através dos fundos de investimentos que se popularizaram nos últimos anos, está se consolidando como a melhor alternativa na hora deinvestir, já que conta com a liquidez da bolsa, uma administração profissional, além de vantagens tributárias, apesar da “cultura do brasileiro continuar vinculada à escritura do imóvel” – destaca.

Fazendo uma alusão aos imóveis, Frankel destaca que muitos investidores preferem o controle e a clareza aoadquirir diretamente ações e títulos públicos, às complexidades regulatórias, taxas, excesso de estruturas e sistema rígidos dos investimento em fundos. Para aqueles que optarem pelo imóvel o empresário recomenda “as unidades compactas em locais prime que agreguem mobilidade urbana, tecnologia, praticidade e consequentemente liquidez, além da excelente rentabilidade”.

Fonte: Portal VGV 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

USO DO FGTS PARA CASA PRÓPRIA

Saques do FGTS para casa própria aumentam 21% no ano; veja regras.

Os saques de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra da casa própria subiram 21% no primeiro semestre no confronto com o mesmo período em 2012, chegando a 732,5 mil, segundo dados da Caixa Econômica Federal, agente operadora do fundo.

Em valor, o aumento (16,6%) foi um pouco menor, atingindo R$ 4,853 bilhões.

As facilidades no acesso ao financiamento habitacional contribuíram para esse acréscimo, com redução na taxa de juros e alargamento dos prazos para pagamento.

O dinheiro pode ser usado na compra do imóvel, para reduzir as prestações do financiamento, para amortizar ou liquidar o saldo devedor, mas é preciso ficar atento aos períodos de carência. O montante só é liberado em intervalos de dois em dois anos.

Quem já teve uma moradia financiada pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), que engloba os empréstimos para a compra de unidades até R$ 500 mil, pode usar o FGTS para adquirir um segundo imóvel desde que não esteja na mesma localidade: município ou região metropolitana (se houver).

Bancos e construtoras continuam pressionando o governo federal pela elevação desse teto para R$ 750 mil.

O principal argumento é permitir aos potenciais clientes da classe média acompanhar a disparada no preço das moradias, principalmente nas capitais.

O valor atual está congelado desde março de 2009. Até então, o limite era R$ 350 mil.

ACOMPANHAMENTO

O trabalhador pode acompanhar o saldo da conta pela internet, pelo celular, em uma das agências da Caixa ou receber em casa o extrato dos lançamentos realizados.

O dinheiro depositado todos os meses pelo empregador na conta do funcionário rende só 3% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

Portanto, é muito comum ficar abaixo da inflação (6,7% no acumulado dos últimos 12 meses), o que significa que o montante perde poder de compra ao longo do tempo.

Por isso, a dica de especialistas é que o dinheiro deve ser sacado na primeira oportunidade, o que pode ser feito também na demissão sem justa causa e na aposentadoria, por exemplo.


Fonte: Blog Guilherme Machado
Foto: Reprodução


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Minha Casa, Minha Vida está com 75% da meta cumprida

Minha Casa, Minha Vida está com 75% da meta cumprida

Balanço do programa foi apresentado pela ministra do Planejamento Miriam Belchior, em reunião da Política Olho no Olho, na sede do Secovi-SP
15/07/2013
Minha Casa, Minha Vida está com 75% da meta cumprida
Setenta e cinco por cento da meta projetada para o Minha Casa, Minha Vida já foi cumprida. Foi o que afirmou a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, nesta segunda-feira, durante reunião da Política Olho no Olho, promovida pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). A ministra afirmou que a intenção do governo é garantir a contratação de 3,75 milhões de moradias até o fim de 2014.
O total de unidades contratadas nas fases 1 e 2 soma 2.783.275, que respondem por um investimento de R$ 177,5 bilhões. “Destas, mais de 1 milhão e 700 mil correspondem à segunda fase”, sustentou. Desse montante, 45% já foram entregues (1,2 milhão). “Já temos quase cinco milhões de brasileiros morando em casas do Minha Casa, Minha Vida”, comemorou. 
Ainda segundo a ministra, das 1.272.624 casas contratadas para moradores da faixa  de renda 1 (até R$ 1.600), 340.774 mil foram entregues. As unidades contratadas destinadas à faixa 2 (R$ 3.100) totalizam 1.184.942, das quais 822.361 já foram entregues. Para a faixa 3 (R$ 5.000), 325.709 foram contratadas, das quais 84.724 foram entregues. 
Desafios - Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, afirmou que um dos principais entraves à produção de moradia popular nos grandes centros urbanos é a falta de terrenos. “Em metrópoles como São Paulo, cuja legislação de uso e ocupação do solo é extremamente restritiva, enfrenta-se a escassez de terrenos e, por consequência, preços elevados. Hoje, os governos federal, estadual e municipal buscam superar este problema por meio de atuação conjunta, mas ainda não se tem o resultado concreto dessa ação”, disse. 
Mesmo defronte esse cenário, a maioria das residências do programa Minha Casa, Minha Vida – 68% – situa-se em grandes regiões metropolitanas, capitais e em municípios com mais de 100 mil habitantes. Um meio de arrostar essa dificuldade, para Miriam Belchior, é aumentar a articulação com municípios, para que disponibilizem terra e infraestrutura. 
Além disso, o governo também fincou como desafio aumentar a contratação de unidades residenciais para pessoas da faixa de renda 1. “Queremos aumentar o número de empresas que atuam nesta faixa”, disse a ministra, que deixou clara a prioridade do governo para atender a esse público, o qual é responsável pela maior parte do déficit habitacional do País. 
Somam-se aos gargalos a serem superados o descompasso na execução dos investimentos necessários das concessionárias de serviços públicos (energia elétrica e saneamento, por exemplo) com o ritmo das obras imposto pelo governo, as dificuldades burocráticas ainda enfrentadas pontualmente junto a cidades e estados (licenciamento ambiental, habite-se etc.) e os registros em cartórios (falta de padrão e prazos longos para registro de contratos). 
Melhorias – Miriam Belchior elencou a série de medidas adotadas pelo governo para aumentar a qualidade das moradias do programa. Dentre elas, destacam-se: nova rotina de acompanhamento da produção das unidades, com inspeções semanais pela Caixa Econômica Federal; mutirão de visitação a empreendimentos já entregues e, em caso de inconformidade com o razoável, punição para a empresa, cujo nome vai para uma lista de companhias impedidas de disputar concorrências públicas. Também estão em análise meios de entregar residências do programa mais próximas à infraestrutura social. Um meio para isso, de acordo com a ministra, seria a própria empresa que construiu o empreendimento realizar as obras de creches, unidades básicas de saúde, praças e equipamentos culturais. 
Conjuntura – O quebra-cabeça do que a ministra chamou de “novos motores do crescimento” é composto por quatro peças, e o Minha Casa, Minha Vida é um de seus pilares. Em 2000, a economia brasileira tinha sua sustentação nas exportações. Em 2005, com o aumento da renda e do emprego formal, o mercado consumidor mostrou sua pujança. A partir de 2007, juntou-se às exportações e ao consumo de massas os investimentos no PAC. Em 2009, o Minha Casa, Minha Vida veio inflamar essa conjuntura e acabou configurando uma medida anticíclica para mitigar os efeitos da crise mundial. 
O programa foi concebido graças à parceria entre governo e setor privado, conforme lembrou Claudio Bernardes. “A então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, reuniu-se com o setor imobiliário a fim de identificar quais eram os obstáculos à produção de moradias no País. Resumidamente, nossas propostas se basearam em sete pontos: financiamento e subsídio direto às famílias, especialmente à mulher; desburocratização de bancos e cartórios; Regime Especial de Tributação às empresas; aporte de recursos do Tesouro Federal; redução dos custos dos seguros e dos cartórios; criação de um Fundo Garantidor; e potencialização da política de subsídios”, pontuou o dirigente do Secovi-SP. 

    Cresce venda de novos imóveis no mês de maio

    Mercado imobiliário: Cresce venda de novos imóveis no mês de maio
    Com 3.278 unidades comercializadas, a alta registrou 20,2% em comparação ao mesmo período do ano passado
    Imóveis em São PauloO mercado imobiliário continua a todo vapor na cidade de São Paulo. São positivos os números apresentados. O mês de maio registrou alta de 20,2% na venda de novos imóveis em relação ao mesmo período de 2012.

    Segundo pesquisa divulgada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), foram vendidos 3.278 imóveis, enquanto em maio do ano passado, o total comercializado foi de 2.728 unidades.  Esse é o melhor resultado desde 2009.

    Leia também:
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    Mercado imobiliário: Metro quadrado tem alta
    Mercado imobiliário: Valor do alto padrão deve cair

    Em comparação ao mês de abril de 2013, a taxa apresentada foi de -6,0%, quando as vendas de novos imóveis registraram 3.488 unidades. Já em relação aos lançamentos, os dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) mostraram estabilidade, este ano totalizou 2.372 unidades contra 2.353, o que representa 12,7% em abril.

    Os números divulgados na pesquisa acima comprovam que o Mercado imobiliário vive um bom momento para investimento e a expectativa é positiva para o segundo semestre. É quando concentra o maior número de lançamentos na cidade, com 40% dos lançamentos, então, a tendência é aumentar as comercializações de novos imóveis.


    quinta-feira, 11 de julho de 2013

    L182 - Sobrado Condomínio 2 Dormitórios 2 Vagas - Ermelino Matarazzo

    Sobrado Condomínio 89 m² 
    R $   2 2 0 . 0 0 0 , 0 0

    2 Dormitórios, Sala de Estar, Cozinha, Banheiro, Área de Serviço, 2 Vagas Cobertas
    Segurança com monitoramento por câmeras. Churrasqueira compartilhada.
    Ligue Imóveis Latorre: 
    Fixo - 2308-7765 ou 7896-0385
    Avenida Boturussu, 580 - Parque Boturussu 
    www.imoveislatorre.com.br










    sábado, 6 de julho de 2013

    OPORTUNIDADE PARA SAIR DO ALUGUEL E MORAR NA REGIÃO QUE MAIS VALORIZA NA ZONA LESTE

    Apartamento 2 Dormitorios, Sala de Estar, Cozinha, Banheiro, Area de Serviço. Piso frio em todos cômodos. Lazer: Piscina, Salão de Festas, Campo de Futebol, Playground, Jardim. Segurança 24 horas com circuito de cameras e cerca eletrica.
    R$ 185.000,00
    Ligue Imóveis Latorre: 
    Fixo - 2308-7765 ou 7896-0385
    Avenida Boturussu, 580 - Parque Boturussu 
    www.imoveislatorre.com.br





















    Apartamento Itaquera R$ 215.000,00 2 Dormitórios 1 Vaga

    Apartamento 48 m² 2 Dormitórios Sala, Cozinha, 1 Vaga. Salão de Festas, Churrasqueira, Academia, Biblioteca. Andar alto.
    R$ 215.000,00
    Ligue Imoveis Latorre - 2308-7765 ou 7896-0385 Avenida Boturussu, 580 - Parque Boturussu
    www.imoveislatorre.com.br


    Cohab I cresce como opção de negócios

    Cohab I cresce como opção de negócios
    Bem antes da construção do estádio do Corinthians, Cohab José de Anchieta, a Cohab I, em Artur Alvim, se valorizava e movia internamente o mercado local
    Apartamentos em ItaqueraApesar de não ter sido o primeiro conjunto habitacional a ser inaugurado pela Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab), o conjunto Padre José de Anchieta, em Artur Alvim, é normalmente conhecido como Cohab I. Os primeiros moradores começaram a ocupar os prédios e casas do local em 1978. 
    Seus imóveis sempre foram muito procurados, a princípio por moradores do próprio conjunto, em busca de um local para seus familiares, mas, depois, por quem queira mesmo morar por lá. Afinal, tudo levava a uma valorização já naquela época. Acesso direto à principal via da zona leste, a Radial Leste, proximidade com o centro de Itaquera e, claro, preços interessantes.
    No começo, as imobiliárias que se instalaram nas proximidades - e, com o tempo, dentro do conjunto - atendiam esse público que queira, por exemplo, um apartamento para seus filhos. As casas - um tipo de unidade que pouco se via em outros conjuntos -, não demoraram, começaram a ter "outra cara". Seus proprietários, conforme melhoravam seus padrões de vida, também faziam melhorias em seus imóveis.
    Um comércio local crescente nas principais vias, inauguração de estação de metrô nas proximidades (Artur Alvim), alargamento e extensão da Radial Leste, entre outros fatores, fizeram com o imóvel na Cohab I fosse valorizado. Muito antes do lançamento do shopping Metrô Itaquera e mesmo da inauguração do futuro estádio do Corinthians, na região, o imóvel local já sobrevivia e muito bem com a venda e a locação de apartamentos.
    Hoje, a Cohab I tem outras características, diferentemente de outros conjuntos na cidade, ou mesmo na zona leste. É claro que ainda é um bairro-dormitório, pois não há indústrias por lá, quando muito na região. O comércio também não supre todas as vagas que os moradores necessitariam. Mas o futuro reserva ainda mais valorização.

    Leia também:

    Abril registra alta na venda de novos imóveis
    Mercado imobiliário: Maior investidor americano mira Brasil
    Tatuapé e seus desafios de crescimento
    A Copa do Mundo, em 2014, a futuro Pólo Industrial, entre outras coisas, desde já valorizam o imóvel no bairro/conjunto e, claro, refletem em toda a região. Para ter ideia, hoje, o metro quadrado no conjunto está entre R$ 2,7 mil e R$ 4,2, dependendo do tamanho e da localização dentro do conjunto. Isso, levando-se em conta que não há elevadores nos prédios e que eles, em sua maioria, não possuem áreas de lazer ou salão de festas, e cada unidade tem, em média, 58 m2. Ou seja, o valor está, sim, intimamente ligado à infraestrutura da região e as perspectivas que existem em razão do futuro eminente.

    Apartamento Analia Franco 3 Dormitorios c/ Suíte - 800 Metros Shopping Analia Franco

    R$ 350.000,00
    Apartamento 3 Dormitórios sendo 1 Suíte, Sala de Estar, Cozinha, Banheiro, Área de Serviço. Piso nos quartos e carpete de madeira na sala.
    800 metros Shopping Analia Franco.

    Imoveis Latorre - Avenida Boturussu, 580 - Parque Boturussu - Tel. 2308-7765 / 7896-0385
    www.imoveislatorre.com.br






    Apartamento R$ 290.000,00 Belem - 2 Dormitorios 1 Vaga

    Apartamento Belem - Excelente Localização! R$ 290.000,00
    2 Dormitórios, Sala de Estar, Terraço, Area de Serviço, Banheiro, 1 Vaga.
    Lazer: 15 Churrasqueiras, Salão de Jogos, 08 Salões Festas, 03 Quadras sendo 01 Society. Ótima Localização. 
    Ligue Imóveis Latorre: 2308-7765 ou 7896-0385
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